Questões sensíveis na agricultura
Uma interpretação das percepções contemporâneas entre os jovens argentinos
DOI:
https://doi.org/26422/aucom.2026.1501.casPalavras-chave:
comunicação, agronegócio, agendas sensíveis, meio ambiente, veganismo, alimentaçãoResumo
Este trabalho resume os resultados de três investigações empíricas sobre a percepção contemporânea dos jovens urbanos da Argentina sobre a agricultura, cujos resultados revelam uma série de elementos emergentes coerentes e interconectados que são identificados como novas agendas sensíveis. As comparações com outros momentos e situações históricas não são o objetivo deste estudo.
Existe uma tensão discursiva e conceitual entre a produção agropecuária argentina e sua licença social histórica para operar no país, ou seja, o grau de aceitação de suas práticas e procedimentos por parte da comunidade em que atua; e o surgimento de novos paradigmas e crenças refletidos em agendas relacionadas com: (1) o meio ambiente, (2) o cuidado dos animais, (3) a alimentação e (4) o mundo digital. O objetivo é oferecer uma hipótese teórica que contribua para compreender essas agendas e o contexto no qual se desenvolvem e se inserem.
Esses temas que aparecem recorrentemente nas pesquisas e se conectam com as agendas globais, desafiam os atuais processos produtivos da agricultura. Emerg em um público jovem que percebe a agricultura e a agroindústria como importantes atores econômicos, fundamentais para a Argentina e parte de sua identidade histórica e nacional, por um lado, bem como agentes desconectados ou despreocupado com o cuidado ambientai, o que gera uma tensão entre identidade e percepção negativa.
Tenta-se-á compreender esta tensão através de conceitos como a teoria da relevância, a epidemiologia cultural e a teoria da posição, todos enquadrados num paradigma de comunicação intersubjetivo.
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